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Tratamento de Escoliose

Tratamento escoliosa - Clínica Mais Coluna de QuiropraxiaO que é?

A escoliose é um desvio da coluna vertebral para os lados, resultando em um formato parecido com a letra “C” ou com a letra “S”. Além deste desvio lateral, pode ocorrer que as vértebras rotacionem e quando isto acontece, é muito comum encontrarmos uma espécie de gibosidade na região das costas.

A escoliose é classificada em 3 tipos: Idiopática (causa desconhecida), Neuromuscular (paralisia cerebral, poliomielite, etc.), ou Congênita (adquirido no nascimento onde há falha na formação da coluna).

O diagnóstico de escoliose é feito pelo exame clínico e pela radiografia (raio-x) da coluna vertebral. E nem sempre causa dores no paciente. Epidemiologicamente, a escoliose pode ocorrer mais em mulheres do que homens e pode ou não apresentar deformidades nas estruturas ósseas e cartilaginosas da coluna vertebral.

Quais os sintomas?

A escoliose é uma desordem deformante, onde nota-se diferença nos níveis tensionais dos músculos estabilizadores da coluna vertebral, alteração na altura dos ombros e em alguns casos, um formato de “corcunda” na região das costas ocasionado pela rotação das vértebras que alteram a posição da costela e consequentemente, um lado das costas fica mais elevado do que a outra.

Sintomas de dor podem ocorrer nos pacientes portadores de escoliose, porém não é regra. Estudos relacionam a dor como um sintoma secundário da escoliose que surge devido aos hábitos posturais e esforço físico incorreto.

Como é o Tratamento?

O tratamento da escoliose depende de diversos fatores, são eles: idade do paciente, flexibilidade da coluna, gravidade da curva, e a causa que levou à escoliose.

As formas de tratamento são geralmente conservadores, e envolvem a utilização de coletes, adaptação de palmilhas, trabalhos de fortalecimento e alongamento de músculos e técnicas de Quiropraxia que restaurem o movimento das articulações da coluna vertebral, evitando quadros tensionais e processos inflamatórios por sobrecarga.

Em casos mais graves, a cirurgia pode ser o tratamento mais apropriado, porém, indicações ao tratamento devem ser avaliadas com muito critério e só são indicadas, quando o tratamento conservador não apresenta resultados satisfatórios.